No dia 21 de abril de 2006, morreu Telê Santana. Vinte anos depois, seu nome segue como referência quando se discute modelo de jogo, formação de equipe e identidade no futebol brasileiro.
Revelado como ponta-direita do Fluminense, onde se tornou ídolo e recebeu o apelido de “Fio de Esperança”, Telê encerrou a carreira de jogador no fim dos anos 1969e iniciou uma trajetória longa como treinador. Foram 27 anos, com passagens por Fluminense, Atlético Mineiro e Grêmio, até alcançar seu auge, no São Paulo.
No clube paulista, enceu duas Copas Libertadores e dois Mundiais, entre 1992 e 1993. Até hoje, é o mais vitorioso da história são-paulina, com 10 troféus.
Pela seleção brasileira, dirigiu o time nas Copas de 1982 e 1986. A equipe de 1982, eliminada pela Itália, até hoje é reverenciada pelo seu estilo de jogo.











