A diretoria do Atlético Mineiro já tem traçado o perfil ideal para o novo treinador para substituir o argentino Jorge Sampaoli, demitido no último dia 12 de fevereiro. Segundo informações da ESPN, a prioridade é, mais uma vez, a contratação de um profissional estrangeiro.
A SAF do Galo, liderada pela família Menin e com a gestão de futebol de Victor Bagy, entende que o elenco responde melhor a metodologias europeias. No entanto, a primeira grande tentativa do clube encontrou uma barreira. O português Carlos Carvalhal, nome de consenso e “sonho antigo” da diretoria, recusou a investida inicial.
O treinador, que está livre no mercado desde sua última passagem pelo futebol europeu, alegou questões familiares e o desejo de permanecer na Europa até o fim da temporada local (junho de 2026) como motivos para não aceitar o projeto imediato em Belo Horizonte.
Outro nome procurado pela diretoria foi Artur Jorge, atualmente no Al-Rayyan, do Catar, campeão brasileiro e da Libertadores com o Botafogo em 2024. Ele também foi descartado.
Candidatos
Segundo a reportagem, foi feita uma sondagem pela contratação de Vasco Botelho, do Moreirense, enquanto outros treinadores portugueses foram oferecidos, entre eles Pedro Martins e Vitor Bruno, ex-auxiliar de Sérgio Conceição, este já descartado.
Bruno Lage, ex-Botafogo e Benfica, está livre no mercado e é visto como um nome viável financeiramente, embora seu trabalho anterior no Brasil divida opiniões internas.
Outro português especulado é Leonardo Jardim, mas considerado uma negociação difícil devido aos altos valores salariais e ao mercado que o treinador ainda possui em ligas periféricas ricas.

Leonardo Jardim durante a passagem pelo Cruzeiro – Gustavo Aleixo / Cruzeiro
Embora o foco seja internacional, a dificuldade em fechar com um “gringo” de peso a curto prazo fez com que nomes do mercado interno começassem a ser ventilados como alternativas de segurança.









