No último sábado, 26, as delegações de Estudiantes e Rosário Central protagonizaram cenas de violência e acusação contra a arbitragem, durante a disputa do título da Supercopa Internacional de 2026 — torneio em jogo único que reúne o vencedor do Troféu de Campeões (vencedor entre os campeões do Apertura e Clausura) e o Campeão da Liga (o time com a melhor pontuação somada na tabela anual).

O Estudiantes abriu o placar, com o meia Alexis Castro. No entanto, Dí Maria virou para o Rosário ainda no primeiro tempo.

Já nos acréscimos da etapa final, a equipe visitante ampliou com Julián Fernández, dando início à confusão. Isso porque, jogadores do Estudiantes passaram e reclamar de uma bola no braço do zagueiro Ovando na área adversária, além dos cinco cartões amarelos distribuídos pelo árbitro Darío Herrera.

Enquanto as equipes trocavam socos e empurrões tanto no gramado quanto no túnel de acesso aos vestiários, o presidente do Estudiantes, o ex-jogador Juan Sebastián Verón, entrou no gramado e caminhou em direção a Herrera, gritando “todo seu, ladrão!”

“O que passou na final foi lamentável. Não fizemos nada para que isso acontecesse. Eles terão as suas desculpas, suas coisas. Nós vamos curtir esse momento”, avaliou Di María, em entrevista à emissora DSports.

Além de perder o título, o Estudiantes ainda ganhou duas preocupações para a semifinal da Libertadores, na qual enfrenta o Flamengo, em 15 de outubro. O ex-São Paulo, Gabriel Neves, deixou a partida após dores no braço em decorrência de queda. Na sequência, o substituto, Jalil Elías, também precisou sair por problemas físicos.

Até o momento, a AFA não se manifestou sobre a confusão na final da Supercopa Internacional e se limitou, nas redes sociais, a felicitar o título do Rosário Central.

Siga a Placar no GoogleFique por dentro das últimas notícias e não perca nenhum lance.
Seguir no Google