O meia português Bernardo Silva confirmou oficialmente que deixará o Manchester City ao término da temporada 2025/26. A decisão encerra um ciclo de nove anos no clube inglês, onde o atleta se tornou um dos pilares da equipe comandada por Pep Guardiola.

A saída ocorrerá sem custos de transferência, uma vez que o jogador optou por não renovar seu vínculo contratual.

Detalhes da saída e situação contratual

Bernardo Silva deixará o Etihad Stadium como agente livre em junho de 2026. O meia já comunicou sua decisão à diretoria, que aceitou o pedido em reconhecimento aos serviços prestados desde 2017. Embora o destino oficial ainda não tenha sido anunciado, o atleta prioriza a permanência no futebol europeu para os próximos anos.

O valor de mercado do meia é estimado atualmente entre 22 e 28 milhões de euros, refletindo sua idade de 31 anos e o fato de estar em fim de contrato. De acordo com rumores do mercado europeu, clubes como Barcelona e Juventus monitoram a situação.

O Benfica, clube onde foi revelado, também é citado como possível interessado em um retorno.

Números e conquistas do português na Inglaterra

Contratado em 2017 vindo do Monaco, Bernardo Silva acumulou estatísticas expressivas em Manchester. Até o momento, o português soma 451 partidas, com 76 gols marcados e 77 assistências. Sua versatilidade tática permitiu atuações consistentes como ponta, meia central e falso nove, se tornando o jogador com mais aparições sob a gestão de Guardiola.

O currículo de Bernardo no clube conta com 19 troféus. Entre as principais conquistas estão seis edições da Premier League e a Champions League de 2022/23. Em 2026, ele também capitaneou a equipe na conquista da Copa da Liga Inglesa.

Impacto da despedida para o elenco do City

A saída de Bernardo Silva sinaliza o início de uma reformulação no planejamento esportivo do Manchester City para o ciclo 2026/27. A perda de uma liderança técnica e capitão obriga a diretoria a buscar substitutos que ofereçam a mesma inteligência tática e controle de jogo no meio-campo.

Internamente, o movimento é tratado como o fim de uma era vitoriosa. O clube planeja homenagens oficiais para a última rodada da temporada no Etihad Stadium, celebrando o legado do jogador que Guardiola frequentemente descreveu como um atleta insubstituível para o sistema de jogo da equipe.