Quatro brasileiros que sofreram embaraços olímpicos por doping
A judoca Rafaela Silva justificou o aparecimento de fenoterol em decorrência do contato que teve com um bebê que usou remédio com a substância
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– Rafaela Silva (judô) Durante o Pan de Lima, no ano passado, a judoca foi flagrada com fenoterol, substância presente em remédios broncodilatadores. A campeã olímpica se diz inocente, justificando o aparecimento do composto em decorrência do contato que teve com um bebê que usou a medicação. Foi suspensa por dois anos, mas vai recorrer da decisão na Corte Arbitral do Esporte (CAS) na Suíça. Caso seu recurso não seja atendido, a atual campeã olímpica ficará fora dos Jogos de Tóquio-2020.
– Etiene Medeiros (natação) Três meses antes da Rio-2016, a nadadora foi pega em um exame-surpresa com o mesmo fenoterol. Asmática, Etiene conseguiu justificar o uso da substância e foi absolvida. A pernambucana disputou a Olimpíada e seu melhor resultado foi o oitavo lugar na final dos 50 metros nado livre.
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