Acervo · Esporte
Cultura do jeitinho deixa país vulnerável a falhas em Copa
Ensaio geral do Mundial de 2014 começa em pouco mais de um mês e todas as sedes ainda têm pendências importantes, principalmente ao redor dos estádios

Em boa parte dos casos, os problemas não estão nas arenas, mas imediatamente ao seu redor: como todos os esforços foram concentrados na missão de erguer os estádios, faltou tempo e planejamento para melhorar o acesso aos locais de jogos e os próprios arredores
Há pouco mais de um ano, quando as obras para a Copa das Confederações ainda estavam muito distantes do fim, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, rejeitou qualquer tipo de preocupação com os atrasos, dizendo que “o brasileiro tem um jeito próprio de organizar e sempre entrega o que precisa”. E o jeitinho, de fato, foi a marca brasileira nos preparativos para o torneio, que começa em pouco mais do mês. A Fifa, por exemplo, precisou abrir mão dos prazos originais para entrega dos estádios. Joseph Blatter e Jérôme Valcke não tiveram alternativa: pelo cronograma inicial, nenhum estádio teria ficado pronto a tempo. Na reta final…
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