Acervo · Esporte
Sucessor de Leóz começa bem: quer reduzir Libertadores
Uruguaio Eugenio Figueiredo critica excesso de clubes no torneio continental

“Quando chegarmos na fase de excelência, o torneio deve contar apenas com o melhor ou os dois melhores de cada nação”, diz o cartola
Os torcedores dos grandes clubes brasileiros poderão ficar livres de assistir às partidas de suas equipes contra agremiações como Deportes Iquique, Huachipato e Deportivo Lara e tantos outros times “nanicos” da América do Sul. Se depender do novo presidente da Conmebol, o uruguaio Eugenio Figueiredo, a Copa Libertadores deverá adotar um novo formato, que reduza o número de clubes participantes. Sob o comando do ex-cartola Nicolás Leóz, que renunciou no mês passado, citando problemas de saúde, a principal competição do continente ficou inchada. Atualmente, a Libertadores conta com 38 equipes, sendo 32 na fase de grupos e seis eliminadas na fase preliminar. O objetivo do sucessor de Leóz é criar uma etapa em que times do mesmo país se enfrentem, como acontece na Copa Sul-Americana.
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