Acervo · Copa do Mundo
‘Coming home’? Por que esta pode ser, enfim, a geração do bi inglês
Inglaterra ganha casca após decepções e, com jovens talentos como Bellingham, Foden e Saka, e a liderança de Kane, mostra sua força no Catar

AL KHOR – Desde que o elegante zagueiro Bobby Moore ergueu a taça Jules Rimet, sob olhares de uma jovem rainha Elizabeth II e de uma multidão de torcedores em Wembley, em 1966, os criadores do futebol seguem sonhando com uma nova conquista internacional. Durante muito tempo, as melhores lembranças da seleção da Inglaterra foram os gols e dribles do maluco-beleza Paul Gascoigne, nas campanhas do Mundial de 1990 e da Euro-1996, ambas encerradas na semifinal. Nos anos 2000, a decepção foi proporcional à expectativa provocada por nomes como Michael Owen, David Beckham, Wayne Rooney, Frank Lampard e Steven Gerrard. Eis que uma nova leva de talentos novamente faz ecoar os cânticos de Football is Coming Home (O futebol está voltando para casa), da banda local Lightning Seeds. E há motivos para crer que a epopeia do English Team se dará na Copa do Catar.
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