Os jogadores da Bélgica reagiram com humor e ironia à intromissão do presidente Donald Trump nas regras da Copa do Mundo depois da goleada por 4 a 1 que eliminou os americanos do Mundial em casa, nas oitavas de final, em Seattle, na última segunda-feira, 6.

No vestiário, os jogadores comemoram a goleada com a famosa “dancinha de Trump”, ao som de Y.M.C.A, canção do Village People, em resposta ao caso Balogun, atacante americano que foi liberado para a partida apesar de ter sido expulso na partida anterior, diante da Bósnia e Herzegovina.

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Durante a partida, o atacante Romelu Lukaku já havia feito a dança de Donald Trump depois de marcar o gol que sacramentou a goleada por 4 a 1. Após a partida, o técnico dos EUA, Mauricio Pochettino, reclamou da repercussão do caso Balogun e do fato de a debates sobre “política e ética” terem influenciado na véspera da partida.

O caso Balogun

A polêmica começou após o Comitê Disciplinar da Fifa revogar a suspensão automática de Balogun, expulso na partida contra a Bósnia, pelas oitavas de final. O cartão vermelho foi aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus após revisão do VAR, por um pisão do atacante no calcanhar do zagueiro Muharemovic.

O caso ganhou novos contornos quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou ter telefonado ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, para solicitar a revogação da suspensão do atacante. Ao comentar o episódio, Trump classificou Claus como um “árbitro suspeito”. A CBF saiu em defesa do brasileiro.

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