Sonho com a verdadeira democratização, seguimos mendigando para competir
Cada bronze, prata ou ouro em Tóquio é uma emoção redobrada, o choro é mais intenso. Não são atletas profissionais, são brasileiros profissionais
Por Paulo Cezar Caju3 min de leitura

Confesso que não tenho ficado acordado a noite inteira para assistir as Olimpíadas, evento que acompanho desde dos lendários Adhemar Ferreira da Silva, Aída dos Santos e João do Pulo. Lembro também da Heloísa Becker, o velocista César, o treinador Anunciato e sua esposa Neíde, representando o grupo do Botafogo, e José Telles, Sebastião Mendes e a campeão sul-americana Erika, representando o Flamengo.
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