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Uma tourada profética e sem ‘olé!’

Empolgado com a final olímpica, ‘Comentarista do Futuro’ viaja até o Brasil x Espanha da Copa de 1978 e comprova os poderes premonitórios deste confronto

Por Claudio Henrique6 min de leitura
Edinho, da Seleção Brasileira, contra a Espanha pela Copa do Mundo de Futebol de 1978
Edinho, da Seleção Brasileira, contra a Espanha pela Copa do Mundo de Futebol de 1978CARLOS NAMBA

Deixei 2021 em plena reta final dos Jogos Olímpicos – que estarão acontecendo em Tóquio, podem anotar. Os mais céticos já devem estar soltando: “Viu? Não falei que este cara é charlatão? Ele mesmo se traiu na mentira! Os Jogos acontecem de 4 em 4 anos, então teremos uma edição em 2020 e não 2021!” Calma, queridos leitores de 1978. Enquanto vocês estão aí focados em condenar minha matemática, os militares argentinos seguem torturando e matando civis, e sobre essas operações, sim, nunca ninguém vai acertar as contas. Já publiquei que, a partir de 2019, virá uma pandemia mundial com a força de “Celacantos (que) provocam maremotos” – para usar a frase que anda sendo vista pichada aqui e ali –, capaz de adiar sonhos e Olimpíadas. Creiam-me… Teremos então em 2021 Jogos sem público nos estádios, mas, dirão, marcando o início de novos tempos. Não poderá, portanto, ser outra…

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