O que já mudou na seleção com Fernando Diniz – e o que pode melhorar
Foram só dois jogos e quatro dias de treino, mas marcas claras do estilo do treinador já foram vistas na goleada contra a Bolívia e na difícil vitória sobre o Peru

Depois da empolgação com os 5 a 1 sobre a frágil Bolívia na estreia e as dificuldades na vitória por 1 a 0 sobre o Peru na segunda rodada das Eliminatórias, Fernando Diniz já experimentou em apenas dois jogos o que é ser treinador da seleção: expectativas lá no alto, muitas vezes descabidas, e um senso de decepção quando o Brasil não atropela todo e qualquer adversário. A verdade é que o trabalho de seis anos de Tite deu ao time uma consistência rara de ser vista em seleções, fazendo jogos complicados como o de Lima parecerem muitas vezes fáceis e controlados. É injusto cobrar de Diniz o mesmo desempenho tão cedo. O que se pode fazer é observar para qual rumo o novo treinador está tentando levar a equipe e o que está buscando implantar.
Com Diniz, essa tarefa é relativamente simples, já que o treinador carrega um estilo…
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