Não somos mais aquela seleção que fazia os adversários tremerem
Perdi as contas de quantas vezes bati na tecla de que precisávamos enfrentar times da Europa antes da Copa, e não deu outra: fomos eliminados por um de lá

Fim de ano é sempre uma época de muita reflexão, balanços e promessas para o futuro. Juro que ia aproveitar a última coluna de 2022 para renovar as minhas esperanças – que estão cada vez mais baixas – com o futebol brasileiro, mas foi tudo por água abaixo quando abri o jornal para ler as notícias. Nos áureos tempos, a essa altura, as manchetes seriam sobre os preparativos para os campeonatos estaduais, contratações de peso e a expectativa para o ano seguinte, certo? Pois é, agora só se fala de futebol inglês, do tal “boxing day” e não sei mais o quê.
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