Ainda jogamos futebol ‘brasileiro’?
Cronista vai à final de 2002, última vez que nos sentimos ‘melhores do mundo’, e dá ‘spoilers’ e alertas sobre o risco de copiarmos modelos europeus

Essa é a última resenha que escrevo sobre futebol este ano. E nada a ver com a alucinante e eterna conquista do Penta ontem, nos 2 x 0 que sapecamos na Alemanha – como se minha intenção fosse deixar claro que, depois dessa partida, nada mais importa na temporada. Saibam vocês, queridos leitores e queridas leitoras de 2002, que o cronista é um ‘Viajante do Tempo’, que deixou o futuro em dezembro de 2022, às vésperas de 2023 e poucos dias após o término da Copa do Mundo do Catar (sim, será no deserto! Mas vai ser legal! A quem interessa possa, aliás, pode suspender ou ao menos diminuir a propina que anda circulando pela FIFA pró candidatura). Até lá, sinto informar, não seremos mais ‘Campeões do Mundo’, garantindo uma segunda espera de no mínimo 24 anos, mesmo jejum que quebramos em 1994. E novamente estaremos debatendo razões e culpados…
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