Acervo

Fred e o melhor convite da minha vida. Descanse em paz, meu irmão

Foi ele quem me ofereceu uma nova família e futuro no futebol. Fred morreu, e eu também, assim como todos que o cercavam e amavam

Por Paulo Cezar Caju2 min de leitura
Caju e Fred, com a camisa do Flamengo, em 1972
Caju e Fred, com a camisa do Flamengo, em 1972

Não sei como seria a minha vida sem Fred. Sei como foi com ele, desde que menino, jogando futebol de salão no Flamengo, ele me “convidou” para ser seu irmão adotivo. Eu era muito pobre da Favela dos Tabajaras, em Botafogo, não conheci meu pai mas era cuidado com muito afinco por minha mãe, Dona Sebastiana, descendente de escravos. Com Fred cresci e aprendi as melhores coisas da vida, construí caráter e valorizei os laços familiares. Com o meu pai adotivo, Marinho Oliveira, famoso zagueiro do Flamengo e Botafogo nas décadas de 1940 e 1950, mergulhei de cabeça no futebol.

Assine #PLACAR digital no app por apenas R$ 6,90/mês. Não perca!

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos