O manifesto dos clubes publicado na última quinta-feira, 17, em favor das casas de apostas e contra “o fim do futebol brasileiro” é mais bem entendido quando levado em conta quanto cada clube pode perder com uma eventual proibição das famosas bets.
O Governo Federal cogita a publicação de uma Medida Provisória que proíba os jogos de cassino online, uma das grandes fontes de receita das casas de apostas. Em janeiro de 2023, o inciso dois do artigo 3º da Lei 14.790 regulamentou o mercado no Brasil.
- Flamengo: Betano – Valor anual: 268,5
- Corinthians: Esportes da Sorte – Valor anual: 150
- Palmeiras: Sportingbet – Valor anual: 100
- São Paulo: Superbet – Valor anual: 95
- Atlético-MG: H2bet – Valor anual: 60
- Botafogo: VBet – Valor anual: 55
- Fluminense: Superbet – Valor anual: 52
- Cruzeiro: Betnacional – Valor anual: 42
- Athletico-PR: Viva Sorte Bet – Valor anual: 36
- Santos: Novibet – Valor anual: 35
- Vasco: Sportingbet – Valor anual 25
- Vitória: 7K – Valor anual: 20
- Remo: Vaidebet – Valor anual: 12
- Chapecoense: Zeroum Bet – Valor anual: Não divulgado
Valores em milhões de reais
“O investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competição como a Conmebol Libertadores e a Conmebol Sul-Americana e colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo”, diz o texto publicado pelos clubes.
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Atualmente, 14 dos 20 times da Série A têm o patrocínio máster de casas de apostas. O valor somado chega perto de R$ 1 bilhão, com Flamengo, Corinthians e Palmeiras no topo do pódio.
O Fla recebe R$ 268 milhões, com R$ 150 milhões para o Timão e 100 milhões para o Verdão. Os números descontam a progressão dos acordos e inclusão de bônus por metas atingidas.










