Capa da edição Não é mole ser ídolo da revista PLACAR

A capa traz Rivelino e Paulo César Caju abraçados. As chamadas destacam a disputa de goleiros no São Paulo, o retorno de Artime e a situação dos times baianos.

Não é mole ser ídolo

Publicação
Páginas
46
Fase
semanal (Editora Abril, 1970–1990)

Nesta edição

Esta edição da Placar destaca a pressão vivida pelos grandes ídolos do futebol brasileiro, estampando na capa Rivelino e Paulo César Caju em uma reflexão sobre as dificuldades da carreira. O conteúdo explora o peso das expectativas sobre esses jogadores, abordando a relação com torcidas e clubes em um momento de cobrança intensa por resultados e desempenho. Além do tema central, a revista traz reportagens sobre a disputa pela titularidade no gol do São Paulo entre Sérgio e Vanderlei, o retorno de Luís Artime ao Fluminense e a trajetória de Bibi Pereira no Atlético Mineiro. Há também espaço para o boxe, com dicas de treinamento de Éder Jofre, e o acompanhamento da premiação Bola de Prata, que detalha o desempenho dos atletas no Campeonato Nacional de 1972.

  • Rivelino
  • Paulo César Caju
  • São Paulo FC
  • Bola de Prata
  • Luís Artime
  • Éder Jofre
  • Futebol Brasileiro
Ler esta edição46 páginas digitalizadas

Categorias: Bola de Prata, Campeonato Brasileiro, Campeonato Carioca, Campeonato Nacional, Copa Libertadores, Seleção Brasileira, Taça Guanabara

Tags: Ademir da Guia, Aílton Machado, América, America FC, América-RJ, Análise de desempenho de jogadores, Ancheta, Antônio Carlos Avallone, APLUB, Arbitragem, Arlindo Tavares, Armas de fogo, Artime, Atlético Mineiro, Automobilismo, Avallone, Bahia, Bangu, Bibi, Bola de Prata, Bolão, Botafogo, Boxe, Calçados esportivos, Camillo Cristófaro, Camisa 12, Campeonato Brasileiro de Velocidade, Campeonato Nacional, Campeonato Nacional 1972, Can-Am