Vodu do bem
Por Sérgio Xavier3 min de leitura

Andei brincando de vodu por estes dias, confesso. E eram bonequinhos brasileiros, que espetei sem dó. Torci contra, na maior caradura. Na estreia, cravei no Neymar, nos nossos zagueiros, dei alfinetadas em quase toda a equipe. Meu desejo era que o time jogasse mal, que isso ficasse muito claro. Não precisava perder, afinal também não queria que o anfitrião da Copa fizesse um papelão logo no primeiro jogo. O Brasil podia até vencer, mas teria de ser na bacia das almas, e Neymar não poderia ser o protagonista.
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