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Você diria não ao futebol chinês?

Liga asiática segue pagando salários astronômicos, mas alterou normas para desenvolver o futebol local e já não atrai brasileiros como antigamente

Por Luiz Felipe Castro8 min de leitura
Hulk, Renato Augusto, Oscar e Alexandre Pato
Hulk, Renato Augusto, Oscar e Alexandre Pato

Há pouco mais de três anos, o meia Renato Augusto resumiu seu dilema profissional da seguinte forma: disse “torcer” para não chegar uma proposta do Beijing Guoan, pois seria impossível não aceitar. A oferta milionária veio e o jogador se uniu a Ralf, Jadson e Gil, colegas do então campeão nacional Corinthians, na debandada chinesa. Ao longo dos últimos anos, vários brasileiros seguiram o caminho da fortuna asiática, incluindo jogadores com mercado na Europa. Oscar, titular do Brasil na Copa de 2014, por exemplo, trocou o poderoso Chelsea pelo Shanghai SIPG, por um salário de cerca de 9 milhões de reais mensais – pouco mais do que recebe Hulk, seu colega no atual campeão chinês. Em 2019, porém, o poder de sedução chinesa parece ter diminuído. Alguns atletas mais conhecidos, como Diego Tardelli, Hernanes e Ricardo Goulart, decidiram voltar ao Brasil, enquanto outros, como Deyverson, Bruno Henrique e Dudu, do…

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