Transmissões esportivas sofrem concorrência de serviços de streaming
A ideia é buscar novos públicos

O serviço de streaming de filmes e séries Netflix foi direto ao ponto em um relatório recente: “Não estamos disputando dólares, mas horas. Competimos com (e perdemos para) o game Fortnite mais do que com a HBO”. Fisgar a atenção do consumidor e oferecer o melhor cardápio ao menor preço se tornou um desafio ainda maior numa era em que o conceito de concorrência é radicalmente pulverizado. Assim como o iTunes balançou a indústria da música na virada do século e o streaming vem modificando o cinema, é inevitável que o esporte também viva uma revolução, que já começa a ganhar corpo.
Os melhores exemplos vêm dos Estados Unidos. A liga de futebol americano NFL fechou um acordo de direitos de transmissão de 110 bilhões de dólares por onze temporadas. A surpresa não está nos valores, mas na presença da Amazon, que desafiou as emissoras tradicionais CBS, ABC, NBC, Fox…
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