Torcidas organizadas driblam a polícia: até agora, só há três presos pela tragédia
Mesmo com a fartura de imagens da pancadaria na Arena Joinvile, policiais têm dificuldade de chegar aos responsáveis pela briga no último jogo do Brasileirão

É comum a polícia se valer de câmeras de segurança para obter pistas de autores de crimes. Uma imagem vale muito, quando a investigação começa no escuro. No caso da selvageria na Arena Joinville, na última rodada do Campeonato Brasileiro 2013, havia várias à disposição: a partida entre Atlético-PR e Vasco foi filmada em alta resolução, pela Rede Globo, e transmitida ao vivo, em vários ângulos, para todo o país. Além do vídeo, dezenas de fotógrafos estavam espalhados pelo gramado. Mas, todo esse material, que flagrou em detalhes os rostos dos brigões que, disfarçados de torcedores, promoveram um duelo nas arquibancadas e deixaram quatro feridos em estado grave, parece não ter ajudado muito. Tudo o que se tem, até o momento, é uma “troca de informações” sem muita precisão entre as polícias de Santa Catarina, do Paraná e do Rio de Janeiro, e só foram presos os três criminosos infiltrados…
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