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Tite diz que europeus podem sofrer com sul-americanos na Copa do Mundo

Em entrevista exclusiva a PLACAR, técnico apontou Equador como possível surpresa no Catar e considerou Brasil atual mais “veloz” que o de 2018

Por Fernando Valeika de Barros, de Doha5 min de leitura
Tite, técnico da seleção brasileira -
Tite, técnico da seleção brasileira -AFP

Desde o último título mundial da seleção brasileira, há 20 anos, todas as quatro Copas seguintes foram vencidas por equipes europeias — para piorar, o único sul-americano a chegar à final foi a Argentina, batida pela Alemanha, em 2014. O jejum incomoda especialmente o técnico Tite, que mantém retrospecto excelente no continente, mas que no Mundial de 2018 não saiu do empate com a Suíça na estreia e foi eliminado pela Bélgica nas quartas de final. Em entrevista exclusiva a PLACAR no último sábado 2, em Doha, um dia depois do sorteio dos grupos da Copa do Catar, Tite lamentou a falta de testes contra seleções europeias, mas tentou enxergar o copo meio cheio.

“Como os jogos entre seleções dos dois continentes andam raros, nós não temos essa referência. Mas, ao mesmo tempo, os europeus também deixaram de ter. Uma seleção forte, rápida e técnica, como a do Equador, por…

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