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Sem Globo ou grandes marcas, futsal brasileiro busca um caminho pós-Falcão

Lenda das quadras se aposentou e levou consigo anunciantes e exposição na TV aberta. Crise não afetou o rendimento do time, favorito para a Copa América

Por Danilo Monteiro6 min de leitura
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É estranho, e não haveria como não ser, ver a seleção brasileira de futsal em quadra sem seu maior craque, aquele que vestia a camisa de número 12 e ludibriava os rivais com seus dribles. Falcão se aposentou no ano passado depois de duas décadas de serviços prestados ao time, incluindo dois títulos da Copa do Mundo e mais de 400 gols marcados. E é justamente a ausência daquele que, para muitos, se tornou maior que a própria modalidade que trouxe consequências negativas – mais nas finanças do que propriamente no desempenho esportivo. Sem Falcão, os patrocinadores minguaram e a seleção vai, aos poucos, tentando se reorganizar.

Diferentemente do que ocorreu com o tênis nacional, que perdeu completamente o protagonismo depois da aposentadoria de Gustavo Kuerten, o Guga, o futsal do país segue na elite do esporte, com jogadores de destaque internacional e a seleção líder do ranking mundial. O…

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