“Doping tecnológico”: a polêmica de um revolucionário tênis de corrida
O incômodo protagonismo do calçado fez a federação de atletismo ficar mais atenta aos benefícios trazidos pelo artigo a atletas

Ao cruzar em primeiríssimo lugar a linha de chegada da Maratona de Berlim em 2018, o queniano Eliud Kipchoge abriu um largo sorriso. O motivo de tamanha felicidade talvez nem tenha sido a vitória, ou a nova melhor marca do mundo (2 horas, 1 minuto e 39 segundos), mas, sim, a quebra do tempo anterior por larga margem: 78 segundos, uma eternidade nas corridas de 42 quilômetros. Foi o freio no cronômetro mais espetacular em meio século, um resultado extraordinário, mesmo para o chão berlinense, palco de sete recordes mundiais da prova.
Kipchoge calçava, naquela ocasião, um par de tênis vermelhos da linha Vaporfly, da marca americana Nike. Antes que alguém se irrite com a menção desnecessária do nome da fabricante de material esportivo, convém ressaltar que sua participação no feito do queniano talvez tenha sido maior do que se imagina. Dotado de tecnologia revolucionária (conheça os detalhes no quadro…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
