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Técnica sueca é bola dentro da CBF. Mas não pode ser só golpe de marketing

Pia Sundhage é uma referência no futebol feminino e, logo, muito bem-vinda. Mas problemas da modalidade devem ser combatidos de baixo para cima

Por Luiz Felipe Castro4 min de leitura
Presidente da CBF, Rogério Caboclo, com a técnica Pia Sundhage
Presidente da CBF, Rogério Caboclo, com a técnica Pia Sundhage

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) oficializou nesta quinta-feira, 25, a contratação da técnica sueca Pia Sundhage para dirigir a seleção brasileira feminina de futebol. A chegada de uma das profissionais mais renomadas da modalidade – é bicampeã olímpica com a seleção dos Estados Unidos e especialista em desenvolver jovens talentos – representa um grande avanço depois de anos de ideias pobres e apatia de Oswaldo Alvarez, o Vadão, seu antecessor. A seleção certamente está em boas mãos, mas e o processo que levará novas meninas até ela? Os avanços são notórios, mas ainda há um longo caminho a percorrer.

O presidente da CBF, Rogério Caboclo, disse estar atento. “A escolha da Pia reflete a nova dimensão que vamos imprimir ao futebol feminino no Brasil. A partir da sua chegada, desenvolveremos um planejamento totalmente integrado entre a seleção principal e a base, equilibrando objetivos de curto prazo, como Tóquio 2020,…

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