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Ronaldinho completa 2 meses de prisão no Paraguai sem perspectiva de saída

Segundo Sérgio Queiroz, advogado do ex-jogador e de seu irmão, Roberto de Assis Moreira, a prisão é ‘injusta, ilegal e arbitrária’

Por Danilo Monteiro4 min de leitura
PRISÃO DOMICILIAR - O brasileiro ao deixar a cadeia: mudança de endereço
PRISÃO DOMICILIAR - O brasileiro ao deixar a cadeia: mudança de endereçoAFP or licensors

Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto Assis completaram dois meses de prisão nesta quarta-feira 6 pelo uso de passaportes falsos para entrar no Paraguai no início de março. Os dois passaram 32 dias na carceragem da Agrupação Especializada da Polícia Nacional, em Assunção, mas depositaram em juízo fiança de 1,6 milhão de dólares (cerca de 8,8 milhões de reais na cotação atual) para serem transferidos para prisão domiciliar, cumprida em um hotel da capital do país vizinho.

Uma eventual soltura de Ronaldinho e Assis sequer tem previsão de acontecer, apesar dos recursos solicitados pela defesa, pois a Justiça paraguaia não tem prazo legal para responder tais solicitações. “A prisão é injusta, ilegal e arbitrária. O único ilícito foi a utilização de passaporte com conteúdo adulterado. E sem má-fé. Não se sabia que o conteúdo havia sido adulterado. A prova parcial foi clara no sentido de que não se tinha ciência…

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