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River de Gallardo altera ‘paternidade’ do clássico e se vinga de Tevez

Em 2004, ídolo do Boca enfureceu rivais com provocação na semifinal da Libertadores. No fim da carreira, amargou uma sequência dura de decepções

Por Luiz Felipe Castro4 min de leitura
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No jargão do futebol portenho, diz-se que um time é hijo (filho) de outro quando acumula uma sequência de derrotas – o equivalente ao nosso bom e velho “freguês”. Feita a explicação, não há como negar: sob a batuta do técnico Marcelo Gallardo, o River Plate alterou completamente a “paternidade” do clássico argentino. Bicho-papão na década de 2000, o Boca Juniors acumulou nesta década nada menos que cinco derrotas em mata-matas contra o maior rival, a última delas na semifinal da Libertadores desta terça-feira 22, na Bombonera. Além de Gallardo, outro personagem viveu os dois lados da moeda: o ídolo boquense Carlitos Tevez.

O veterano foi a grande aposta do Boca para a semifinal. Depois da derrota por 2 a 0 na primeira partida, o técnico Gustavo Alfaro lançou mão da experiência e da qualidade do atacante, torcedor fanático e cria do Boca, consagrado em todos os países em que…

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