River de Gallardo altera ‘paternidade’ do clássico e se vinga de Tevez
Em 2004, ídolo do Boca enfureceu rivais com provocação na semifinal da Libertadores. No fim da carreira, amargou uma sequência dura de decepções
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No jargão do futebol portenho, diz-se que um time é hijo (filho) de outro quando acumula uma sequência de derrotas – o equivalente ao nosso bom e velho “freguês”. Feita a explicação, não há como negar: sob a batuta do técnico Marcelo Gallardo, o River Plate alterou completamente a “paternidade” do clássico argentino. Bicho-papão na década de 2000, o Boca Juniors acumulou nesta década nada menos que cinco derrotas em mata-matas contra o maior rival, a última delas na semifinal da Libertadores desta terça-feira 22, na Bombonera. Além de Gallardo, outro personagem viveu os dois lados da moeda: o ídolo boquense Carlitos Tevez.
O veterano foi a grande aposta do Boca para a semifinal. Depois da derrota por 2 a 0 na primeira partida, o técnico Gustavo Alfaro lançou mão da experiência e da qualidade do atacante, torcedor fanático e cria do Boca, consagrado em todos os países em que…
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