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Rio Open prega a democratização do esporte: ‘O tênis não é elitista’

Maior torneio de calendário olímpico do Brasil chega à sua 7ª edição nesta segunda-feira, com objetivos que vão além do sucesso dentro de quadra

Por Danilo Monteiro9 min de leitura
A quadra central do Rio Open, no Jockey Clube, no Rio de Janeiro, em edição de 2019
A quadra central do Rio Open, no Jockey Clube, no Rio de Janeiro, em edição de 2019

“O maior evento de calendário olímpico do Brasil”, assim o Rio Open é orgulhosamente tratado pela diretora geral, Marcia Casz, e pelo diretor do torneio, Lui Carvalho. Com expectativa de receber mais de 50 000 pessoas durante a semana, o ATP 500 – terceiro na escala de importância dos campeonatos internacionais do circuito masculino – começa sua sétima edição nesta segunda-feira 17 e, após seis anos de consolidação, tenta evoluir para ajudar no desenvolvimento do tênis brasileiro. “Nosso sonho é ter um telão na praia de Copacabana para transmitir a final do Rio Open”, disse Marcia, em entrevista a VEJA, que fez questão de lembrar que o esporte, tachado de elitista por um ex-presidente da República, está hoje presente no enredo da novela de maior audiência da TV Globo.

“O Rio Open é o maior evento esportivo de calendário olímpico do Brasil, ponto. Nosso slogan esse ano, inclusive, é: ‘o…

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