Por que o racismo ainda incomoda a NFL (apesar da maioria negra na liga)
Brancos correspondem a apenas 30% dos jogadores da liga na atualidade, mas dominam as posições de destaque: quarterback, treinador e presidência das equipes

A NFL, liga profissional de futebol americano, vive nova crise de imagem com a intensificação dos protestos contra o racismo por parte de seus protagonistas: os jogadores, em sua grande maioria revoltados com a ação policial que vitimou George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi sufocado até a morte por um oficial branco na cidade de Minneapolis. As manifestações e posicionamento dos atletas reacenderam discussões acaloradas sobre igualdade de oportunidades nos Estados Unidos, que parece estagnada em relação às concorrentes quando o assunto é o racismo estrutural.
A morte de Floyd deu razão e visibilidade ao movimento iniciado em 2016 pelo então quarterback do San Francisco 49ers, Colin Kaepernick, que passou a se ajoelhar durante a execução do hino nacional americano – sua intenção com o gesto era justamente jogar luz sobre a violência policial contra os negros. O ex-camisa 7 da equipe da Califórnia acabou dispensado…
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