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Percalços, vacina e medalhas: os planos do COB a 100 dias de Tóquio

Presidente Paulo Wanderley disse que pandemia deixou projeção de medalhas ainda mais incerta e que não comprará briga por vacinação ofertada pelo COI

Por Klaus Richmond7 min de leitura
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Paulo Wanderley Teixeira
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Paulo Wanderley TeixeiraGetty Images

A corrida para a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio já entra em sua reta final. Mesmo cercada por incertezas, além de rejeição da maioria da população japonesa – apenas 9% concordam com a manutenção do evento em meio à pandemia de Covid-19, de acordo com pesquisa local realizada pelo Centro Social de Pesquisa e o Mainichi Shimbun – a Olimpíada deve mesmo ocorrer a partir de 23 de julho, data da cerimônia de abertura. A exatos 100 dias do início, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) traça seus últimos planos logísticos e sonha com papel de protagonismo do Time Brasil.

Em entrevista a VEJA, o presidente do COB, Paulo Wanderley Teixeira demonstrou otimismo, mas não quis estabelecer uma meta de medalhas. “O ciclo que construímos em 2019 foi de muito sucesso. Foi o nosso melhor ano pré-olímpico, melhor até do que 2015, com muitas medalhas em mundiais, eventos importantes, isso…

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