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Para empresa ligada à Fifa, diretor não cometeu crime

Agência Match acusa polícia de ter prendido ilegalmente o inglês Raymond Whelan e afirma que não houve venda de ingressos para Fofana, apesar da negociação flagrada em uma interceptação telefônica autorizada pela Justiça

Por Da Redação3 min de leitura
Raymond Whelan foi preso no Copacabana Palace, mas passou apenas algumas horas na delegacia
Raymond Whelan foi preso no Copacabana Palace, mas passou apenas algumas horas na delegacia

Com os nomes envolvidos no maior esquema de cambistas já desbaratado pela polícia no Brasil, a Fifa e a agência Match, ligada à federação, adotaram, nesta quarta-feira, uma nova postura de defesa de seus representantes citados no escândalo. A agência Match passou a acusar a Polícia Civil do Rio de ter feito uma prisão “arbitrária e ilegal” de seu CEO, o inglês Raymond Whelan. Segundo a companhia, os ingressos negociados entre Lamine Fofana – argelino chefe dos cambistas, preso há uma semana – e Whelan jamais foram vendidos. Portanto, na versão da agência, não haveria crime.

Na última terça-feira, escutas telefônicas entre Whelan e Fofana apresentadas à imprensa revelavam como o cambista e o executivo negociavam pacotes de ingressos durante a Copa. A empresa confirma que Whelan falou pelo telefone com Fofana. Mas, segundo a companhia, os ingressos solicitados por Fofana foram oferecidos por Whelan por seu preço de tabela,…

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