Acervo

Pan e Cirque? Um pouco mais curto, por favor!

A cerimônia de abertura dos Jogos de Toronto, orquestrada pelo famoso grupo canadense Cirque du Soleil, seria razoável se não tivesse extrapolado no tempo de apresentação: quase três horas de um show mediano

Por Alexandre Salvador2 min de leitura
 O nadador Thiago Pereira carrega a bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá
O nadador Thiago Pereira carrega a bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no CanadáIvan Pacheco/VEJA.com

Os canadenses podem se orgulhar. No ápice da cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos de 2015, os organizadores inventaram um novo tipo de pira olímpica: a pinha pan-americana. Acesa pelo ex-jogador de basquete Steve Nash, duas vezes eleito o melhor jogador da temporada na NBA, na área externa do estádio Rogers Centre, região muito turística da cidade, a chama dos Jogos aconteceu no mínimo meia hora mais tarde do que o previamente programado. O show que deveria ter 2 horas e meia de duração, se estendeu até as 23h, horário local (meia-noite em Brasília).

A entrada das 41 delegações nacionais, outro ponto alto da cerimônia, deve ter causado os maiores atrasos. Outro imprevisto foi o discurso extremamente longo do presidente da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa), Julio Maglione. O dirigente foi saudado pelo público com, no mínimo, três salvas de palmas. Na terceira vez que ele retomou o discurso após a…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.