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Pan 2015: Brasil termina participação com 141 medalhas, no limite da meta estipulada

Comitê Olímpico Brasileiro comemorou a terceira posição no quadro geral de medalhas. Para a Olimpíada do Rio, a tendência é que o “aperto” se repita

Por Alexandre Salvador3 min de leitura
"Prepare o coração, torcida brasileira", diz o bordão. A Olimpíada será com muita emoção, principalmente no que diz respeito ao quadro de medalhas
"Prepare o coração, torcida brasileira", diz o bordão. A Olimpíada será com muita emoção, principalmente no que diz respeito ao quadro de medalhasIvan Pacheco/VEJA.com

Desde que assumiu a superintendência técnica do Comitê Olímpico Brasileiro em 2009, o gaúcho Marcus Vinícius Freire, economista de formação, repete que sua gestão seria igual a de uma seguradora ou de um banco. “Nós trabalhamos com metas, e as colocamos lá em cima como em qualquer grande empresa”, disse o dirigente do COB ao apresentar a avaliação inicial da delegação brasileira durante os Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá. E foi, mesmo, na ponta do lápis que o Brasil atingiu o objetivo traçado para esta edição: ficar entre os três países mais vencedores (ficou, atrás de Estados Unidos e Canadá) e igualar o número de pódios da última edição do Pan, em Guadalajara (igualou, as mesmas 141 medalhas).

É a segunda vez que os objetivos do COB são alcançados dessa forma, em cima do laço. Em Londres, há 3 anos, a meta fixada seria igualar a participação brasileira em…

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