Oscar Schmidt era um ídolo muito além das quadras de basquete. O ex-jogador, que morreu nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos, em Santana de Parnaíba (SP), é ídolo das torcidas de Palmeiras, Corinthians e Flamengo.

Ao longo de sua carreira, Oscar defendeu as cores dos clubes famosos por seus times de futebol. O maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos recebeu homenagens dos clubes que defendeu.

Oscar começou a carreira no Palmeiras. Ele estreou no time adulto aos 17 anos, em 1975, no ginásio do Sírio. Ao todo, foram 49.973 pontos.

“Foi no Palmeiras que o ala de talento incomum iniciou uma caminhada marcada por vitórias, conquistas e recordes”, diz a nota do Palmeiras.

Oscar também atuou pelo Corinthians. Entre 1995 e 1997, o jogador levava grandes públicos para o ginásio do Parque São Jorge.

“Um dos maiores atletas da história da modalidade no Brasil, Oscar marcou o seu nome também na história do Sport Club Corinthians Paulista”, escreve o Corinthians em seu site.

O Flamengo, clube pelo qual atuou entre 1999 e 2003, disse que o seu legado transcende as quadras e inspirará gerações. O camisa 14 chegou a jogar com o filho Felipe, que atuava com a 41.