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Os bastidores da volta de Robinho, condenado por estupro, ao Santos

Atacante de 36 anos retorna à Vila Belmiro com salário simbólico e em meio à uma grave denúncia de violência sexual na Itália

Por Klaus Richmond6 min de leitura
O presidente Orlando Rollo ao lado de Robinho, no CT Rei Pelé
O presidente Orlando Rollo ao lado de Robinho, no CT Rei Pelé

O retorno do atacante Robinho ao Santos, selado às pressas no último sábado 10, envolve mais do que aspectos técnicos. É, sem dúvidas, um bom reforço para atender o técnico Cuca na entressafra de uma nova punição que o clube sofrerá na Fifa, agora por dívidas com o Huachipato, envolvendo o venezuelano Yeferson Soteldo, e com Atletico Nacional, pelo zagueiro Felipe Aguilar. Há, no entanto, outras questões relevantes.

Aos 36 anos e com um salário simbólico de 1.500 reais segundo o clube, a quarta passagem do jogador pela Vila Belmiro também envolve outros acordos financeiros costurados em sigilo e, principalmente, a polêmica em torno da condenação em primeira instância sofrida na Itália, em 2017, a nove anos de prisão por violência sexual. Ele recorre em liberdade.

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