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Opinião: Neymar no Al-Hilal comprova que sauditas chegaram para ficar

A chegada de mais um craque, midiático e ainda jovem, foi a maior jogada dos sauditas no tabuleiro da geopolítica da bola

Por Felipe Gomiero*4 min de leitura
Mané, Firmino, Neymar, Cristiano Ronaldo, Benzema e Kanté: estrelas da liga saudita - Arte/´PLACAR
Mané, Firmino, Neymar, Cristiano Ronaldo, Benzema e Kanté: estrelas da liga saudita - Arte/´PLACAR

A nova transferência de Neymar Jr. causou um enorme furor em todo mundo. O craque de 31 anos foi confirmado como jogador do Al Hilal, então é hora de analisar o impacto que a transação gera no mercado esportivo. Sua chegada ao mundo árabe é a mais impactante para a região por se tratar de um jogador ainda da alta prateleira, com muito a entregar na parte técnica e na casa dos 30 anos de idade, titular e camisa 10 da seleção brasileira.

No aspecto mercadológico, a presença de Neymar no clube mais popular da Arábia Saudita nos permite cravar: os árabes chegaram para ficar. Não parece ser o mesmo movimento que a China realizou na década passada. A fonte de receita é incomensurável, por isso o investimento será ainda mais espantoso, e há um forte – e polêmico – planejamento por trás.

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