Olimpíadas Rio-2016: operação limpeza
Com poucos ajustes ainda por fazer, o sistema antidoping brasileiro tem enfim um laboratório de padrão internacional preparado para o desafio de 2016

O Rio de Janeiro segue firme na corrida para a Olimpíada de 2016, mas o percurso tem obstáculos razoavelmente altos. O mais recente veio da Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês), que pôs o Brasil numa lista de seis países em “estado de alerta” por atrasos no cumprimento de algumas normas. O puxão de orelha faz parte do esforço renovado da agência para organizar o sistema antidopagem, abalado por um devastador relatório da própria Wada que incriminou dirigentes, técnicos e órgãos do governo da Rússia na prática de contrafação sistemática dos astros do atletismo. Apesar dos tropeços apontados, o Brasil apresenta nesse quesito uma significativa e indispensável melhora de desempenho: tem um laboratório novo em folha preparado para detectar de modo confiável a presença, no sangue e na urina dos esportistas, de substâncias que turbinam artificialmente seus resultados. Ligado ao departamento de química da Universidade Federal do Rio…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

