O renascimento de Jô: de baladeiro a ‘rei dos clássicos’
Cria da base, atacante retornou ao Corinthians desacreditado e se tornou o líder do time

“Quando o Jô foi anunciado, tive o cuidado de perguntar a vários jogadores sobre ele. Infelizmente, liguei em Porto Alegre e Belo Horizonte para saber do Jô e quase desisto de ser técnico do Corinthians”, brincou o técnico Fábio Carille nesta semana. A fama de festeiro e indisciplinado atrapalhava a carreira do atacante de 30 anos, formado no Corinthians, que apesar de ter ganhado vários títulos e até ter disputado uma Copa do Mundo era motivo de desconfiança. Em janeiro, Jô jurou que havia amadurecido. Ajudado pela religião, largou a bebida e se dedicou como nunca à família. E também ao futebol: se tornou o artilheiro e símbolo deste surpreendente Corinthians. E, doze anos depois, conquistou seu segundo título do Brasileirão pelo clube, desta vez como protagonista.
Jô chegou sob tanta desconfiança que nem era considerado titular no início do ano. A história começou a mudar em 22 de janeiro.…
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