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O elogio da honestidade

O VAR será para sempre lembrado como a grande boa novidade tecnológica da Copa de 2018, do primeiro ao último jogo

Por Fábio Altman, de Moscou7 min de leitura
Antoine Griezmann marca de pênalti o segundo gol da França na partida, durante a final da Copa do Mundo contra a Croácia – 15/07/2018
Antoine Griezmann marca de pênalti o segundo gol da França na partida, durante a final da Copa do Mundo contra a Croácia – 15/07/2018Getty Images

Numa Copa em que o VAR, o árbitro assistente de vídeo, foi a grande novidade, soou quase como uma imposição ele ter se destacado também na final. Muito se falará, a favor ou contra, do pênalti que o juiz argentino Nestor Pitana demorou a marcar a favor da França, e que resultaria no 2 a 1, gol do sempre elegante Antoine Griezmann. Os juízes na cabine em Moscou avaliaram que a bola desviou na mão de Perisic. Os croatas, claro, discordarão para sempre. E salve o VAR, recurso tecnológico sem volta.

Não houve, de fato, na Rússia em 2018, nenhuma grande surpresa no modo de postar as equipes em campo, como aconteceu com a Holanda de Rinus Michels e Johan Cruyff, em 1974. Não houve um craque que a tudo tenha arrastado, um tsunami de habilidade como foram Garrincha em 1962 e Maradona em 1986. Não houve Pelé, é claro…

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