O drama de Miguel Cagnoni, o presidente afastado da CBDA
Em crise financeira, entidade que rege a natação dispensou funcionários e opera em esquema ‘home office’; saída do dirigente deve ser oficializada em breve

Terminada a participação da natação brasileira no Mundial de Esportes Aquáticos – a delegação volta de Gwangju, na Coreia do Sul, com sete medalhas, em nono na classificação geral – a situação da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), entidade que rege o esporte no país, é incerta. Procurado por VEJA para comentar o desempenho do país, o presidente da entidade, Miguel Cagnoni, se limitou a dizer que “não tem mais nada a ver com isso” e revelou que está licenciado do cargo.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) disse desconhecer o fato, assim como o ex-nadador Ricardo Prado, coordenador geral de esportes da CBDA. “Não estou sabendo. Continuo despachando com ele com certa regularidade. Haverá uma reunião nos próximos dias e não sei se ele já tomou alguma decisão”, afirmou Prado, que nos últimos dias passou a ajudar Cagnoni na diretoria executiva. A reportagem apurou que além da crise…
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