O Cruzeiro de Mano Menezes: pragmático, cauteloso… e vencedor
Treinador gaúcho arriscou ao priorizar as competições de mata-mata, mas termina o ano com dois títulos e prestígio em Minas

Os números não mentem: Mano Menezes é um vencedor. Com a conquista de seu terceiro título da Copa do Brasil nesta quarta-feira, com vitória por 2 a 1 diante do Corinthians, em Itaquera, o treinador do Cruzeiro se aproximou do recorde de Luiz Felipe Scolari, único tetra da competição – e 13 anos mais velho. Assim como os de Felipão, os times de Mano não tem como marca principal o jogo vistoso ou ofensivo, o que muitas vezes irritou a torcida mineira, acostumada com esquadrões mais virtuosos. O vasto elenco também aumentava a cobrança: com nomes como Thiago Neves, Robinho, De Arrascaeta, Barcos, entre outros, dava sempre a impressão de que o Cruzeiro poderia jogar mais. Mas que torcedor vai se queixar com tantos pôsteres na parede?
A final desta quarta, por sinal, tinha o dedo de Mano Menezes nas duas equipes. Foi ele quem iniciou o período mais glorioso…
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