Noite de futebol foi um festival de amadorismo e violência
Rodriguinho (Corinthians), Álvez (Barcelona), e Bruno Henrique (Santos) deram um bico no profissionalismo nesta quarta-feira
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Numa semana que começou com um intenso debate ético sobre a postura do corintiano Jô ao marcar um gol com o braço, a rodada desta quarta-feira das competições sul-americanas escancarou novos problemas: o descontrole emocional, a irresponsabilidade e a falta de profissionalismo de alguns atletas de elite. O maior gol contra da noite foi marcado por Bruno Henrique, do Santos, expulso na partida em que seu time foi eliminado pelo Barcelona, do Equador, por cuspir no rosto de um adversário.
O atacante santista, elogiado por suas atuações na temporada, entrou para o nem tão seleto grupo dos jogadores profissionais que confundiram coragem com violência. Poucas atitudes podem ser mais baixas que uma cusparada no rosto e não há “clima de Libertadores” que justifique tamanho descontrole. Bruno Henrique, que passou os últimos anos na civilizada liga alemã, relembrou seus tempos de várzea – se bem que na várzea as consequências poderiam…
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