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Nem prisão perpétua traria vítima de volta, diz ex-goleiro Bruno

Solto após seis anos e sete meses preso pelo assassinato de Eliza Samudio, ex-atleta afirma que pagou ‘caro’ pelo erro e que vida na cadeia ‘não foi fácil’

Por Da Redação3 min de leitura
O goleiro Bruno Fernandes deixa a Apac (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado) em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte - 24/02/2017
O goleiro Bruno Fernandes deixa a Apac (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado) em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte - 24/02/2017FLAVIO TAVARES

O ex-goleiro Bruno Fernandes, 32 anos, que deixou a prisão na sexta-feira após seis anos e sete meses preso pelo assassinato da ex-namorada Eliza Samudio, disse que pagou caro pelo que fez e que se ficasse o resto da vida na prisão, isso não mudaria a situação da vítima. “Independente do tempo que eu fiquei (preso), eu queria deixar bem claro que, se eu ficasse lá, se tivesse prisão perpétua no Brasil, isso não ia trazer a vítima de volta”, afirmou o ex-jogador em entrevista à TV Globo Minas.

A entrevista foi dada na sexta-feira à noite na casa do advogado dele, Lúcio Adolfo, logo após ele ter deixado a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), presídio de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello ter concedido liminar determinando a soltura.

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