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Nas Cataratas do Niágara, atletas brasileiros curtem o visual e o anonimato

Sem as credenciais penduradas no pescoço, o time feminino de futebol e os cavaleiros do hipismo escapam do assédio em Toronto e se refrescam com o spray natural do cartão-postal canadense

Por Alexandre Salvador3 min de leitura
As jogadoras da seleção feminina do Brasil tiraram a tarde de folga para visitar as famosas Cataratas do Niágara, no Canadá
As jogadoras da seleção feminina do Brasil tiraram a tarde de folga para visitar as famosas Cataratas do Niágara, no CanadáIvan Pacheco/VEJA.com

A vista é espetacular, o som empolgante. A água é azul, muito azul. Azul assim só nas praias mais exóticas do Caribe. Para sacramentar, a brisa, de tão refrescante, chega a embaçar os óculos dos visitantes que passam horas debaixo do sol a pino de verão. Essa combinação, que suscita tudo aquilo de mais cafona em termos de adjetivo, atrai todos os anos 12 milhões de visitantes. Basta! Trata-se das Cataratas do rio Níagara, encrustadas na fronteira entre Canadá e Estados Unidos.

Apesar da distância considerável de Toronto (algo como 130 quilômetros), não é raro que os visitantes da capital da província de Ontario encarem a estrada para comprovar a olhos vivos toda a propaganda do cartão-postal. Neste mês de Julho, é evidente que muitos dos membros das delegações espalhadas pelas instalações dos Jogos Pan-Americanos irão aproveitar qualquer brecha existente no calendário de provas e compromissos para visitar o destino…

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