Mulheres são responsáveis por 3/4 das medalhas de ouro do Brasil em Tóquio
Após conquistar o título na maratona, Ana Marcela Cunha exaltou a força feminina no Time Brasil; novo pódio pode vir com Beatriz Ferreira no boxe

“A mulher pode ser o que ela quiser, onde quiser, na hora que quiser. O que a gente vem recebendo de ajuda e igualdade representa muito e faz diferença nas medalhas do Brasil”, afirmou Ana Marcela Cunha, a mais nova campeã olímpica brasileira, logo após subir no pódio da maratona aquática dos Jogos de Tóquio na noite de terça-feira, 4. Na Olimpíada em que a igualdade de gênero virou uma bandeira do Comitê Olímpico Internacional (COI), com homens e mulheres como porta-bandeiras na abertura e equilíbrio no número de atletas classificados (48,8% são da ala feminina) são as mulheres que vêm garantindo a subida do Brasil no quadro de medalhas.
Três dos quatro ouros do Brasil (75%) até o momento foram para mulheres: Ana Marcela, na maratona, Rebeca Andrade na ginástica e a dupla de velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze. O único título masculino foi o de Ítalo Ferreira,…
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