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MPF suspende acordo de desestatização do Parque Olímpico da Barra

Processo inclui as Arenas Carioca 1 e 2, o Velódromo e o Centro Olímpico de Tênis

Por Estadão Conteúdo3 min de leitura
Vista aérea do Parque Olímpico no Rio de Janeiro
Vista aérea do Parque Olímpico no Rio de JaneiroAFP

O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ) deu um prazo de 20 dias para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) suspenda o processo de desestatização da gestão do Legado Olímpico, relativa ao Parque Olímpico da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro, sede da Olimpíada de 2016.

Além do próprio MPF, o contrato firmado entre o BNDES e Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo) – autarquia federal responsável pela gestão das Arenas Carioca 1 e 2, do Velódromo e do Centro Olímpico de Tênis – tinha sido considerado irregular pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). Para o TCU, o Ministério do Esporte (agora transformado em secretaria especial) repassou “responsabilidade direta por ações que, legalmente, são atribuídas à própria Aglo”.

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