Morreu nesta sexta-feira, 17, a lenda do basquete brasileiro e mundial Oscar Schmidt, o “Mão Santa”. O ex-jogador de 68 anos apresentou um mal-estar e precisou de atendimento médico emergencial no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo. A causa da morte ainda não foi divulgada. A cerimônia de despedida será reservada somente aos familiares.
Nascido em 16 de fevereiro de 1958, em Natal (RN), a lenda do basquete havia desistido de seguir com sessões de quimioterapia para tratar de um câncer no cérebro, diagnosticado em 2011.
Ele era casado com Maria Cristina Victorino desde 1981 e deixa os filhos Filipe e Stephanie, além do irmão e apresentador Tadeu Schmidt e o sobrinho Bruno Shmidt, atleta do vôlei de praia medalhista de ouro na Olimpíada do Rio, em 2016.
“Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida. Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo”, diz um trecho do comunicado da família.
“A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento. Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.”
Palmeiras, Corinthians e Flamengo, alguns dos clubes que Oscar defendeu, além de personalidades do esporte, homenagearam a lenda do basquete nas redes sociais.
Oscar foi submetido recentemente a uma cirurgia, que o impediu de estar no evento em que foi homenageado pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil), durante cerimônia do Hall da Fama, no Copacabana Palace, no início deste mês.










