Messi: finalmente nos braços do povo
Depois de salvar a Argentina nas Eliminatórias, craque convenceu torcida e imprensa de que era um injustiçado

“Acabou para mim.” Logo após perder a final da Copa América Centenário de 2016, Lionel Messi fez o chocante anúncio de que estava deixando a seleção argentina. Na condição de maior estrela do país, tomou para si a culpa pela terceira derrota seguida em decisões — antes, a Copa América de 2015, também para o Chile, e a final da Copa do Mundo de 2014, vencida pela Alemanha. Sobre seus ombros, o peso de um hiato sem conquistas, desde o título continental de 1993. E o maior fardo: a comparação com Diego Maradona, tratado como deus e sozinho nesse pedestal até que Messi ganhe um Mundial, pelo menos. O ex-jogador conquistou a Copa de 1986, no México.
Passados menos de três meses da intempestiva decisão, o craque reconsiderou a decisão. Ouviu o clamor popular. Voltou fazendo o gol da vitória sobre o Uruguai, pelas Eliminatórias Sul-Americanas. Até os críticos mais…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
Assuntos
- Copa do Mundo de 2018
- Diego Maradona
- Futebol
- Lionel Messi
- Seleção de Futebol da Argentina
Mais do acervo

Getty Images
2018Seleção brasileira tem 4 jogadores no elenco ideal da Champions

REUTERS
2018Ramos deseja boa recuperação a Salah: “O futuro te espera”
- 2018
Campeonato Brasileiro: único invicto, São Paulo vence o América em Minas

REUTERS
2018Salah garante à família que estará na Copa após lesão, diz jornal egípcio