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Messi: finalmente nos braços do povo

Depois de salvar a Argentina nas Eliminatórias, craque convenceu torcida e imprensa de que era um injustiçado

Por Fernando Beagá4 min de leitura
Messi comemora gol contra o Equador, pelas Eliminatórias da Copa da Rússia, em Quito
Messi comemora gol contra o Equador, pelas Eliminatórias da Copa da Rússia, em QuitoREUTERS

“Acabou para mim.” Logo após perder a final da Copa América Centenário de 2016, Lionel Messi fez o chocante anúncio de que estava deixando a seleção argentina. Na condição de maior estrela do país, tomou para si a culpa pela terceira derrota seguida em decisões — antes, a Copa América de 2015, também para o Chile, e a final da Copa do Mundo de 2014, vencida pela Alemanha. Sobre seus ombros, o peso de um hiato sem conquistas, desde o título continental de 1993. E o maior fardo: a comparação com Diego Maradona, tratado como deus e sozinho nesse pedestal até que Messi ganhe um Mundial, pelo menos. O ex-jogador conquistou a Copa de 1986, no México.

Passados menos de três meses da intempestiva decisão, o craque reconsiderou a decisão. Ouviu o clamor popular. Voltou fazendo o gol da vitória sobre o Uruguai, pelas Eliminatórias Sul-Americanas. Até os críticos mais…

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