Acervo

Máfia italiana forjou doping de ídolo do ciclismo, revela investigação

Camorra é apontada como responsável pela alteração nos exames de Marco Pantani no Giro de Itália de 1999. Deprimido, ele morreu cinco anos depois

Por Da Redação3 min de leitura
O ciclista italiano Marco Pantani, em foto de 2001, três anos antes de sua morte
O ciclista italiano Marco Pantani, em foto de 2001, três anos antes de sua morte

Um escândalo de doping que já durava quase duas décadas anos parece ter sido esclarecido nesta segunda-feira. Em 5 de junho de 1999, o ciclista italiano Marco Pantani, considerado um dos maiores atletas de estrada em todos os tempos, foi excluído do Giro da Itália, uma das quatro principais provas do circuito, ao ser flagrado em um exame antidoping com níveis elevados de glóbulos vermelhos. Após quase 17 anos de investigações, ficou comprovado que um membro da Camorra, organização mafiosa de Nápoles, foi o responsável pela alteração no exame do ex-campeão, que morreu em 2004 quando lutava contra a depressão.

Conhecido como “O Pirata” por causa das bandanas que utilizava, Pantani venceu o Giro da Itália e a Volta na França em 1998 e, na penúltima etapa da prova italiana do ano seguinte usava a camisa rosa, ou seja, era o líder, antes de ser desclassificado por doping. Nesta segunda,…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos