Luxemburgo: ‘China não é barco furado, é transatlântico’
Treinador do Tianjin Quanjian, equipe da segunda divisão, acredita que o projeto do futebol chinês deva atrair ainda mais brasileiros nos próximos anos

O mercado do futebol brasileiro está assustado com o assédio dos clubes chineses, que já levaram para o país os jogadores Renato Augusto e Jadson, do Corinthians, Luis Fabiano, do São Paulo, e o técnico Mano Menezes, do Cruzeiro, entre outros. Mas para o treinador Vanderlei Luxemburgo, que no fim do ano passado fechou com o Tianjin Quanjian, equipe da segunda divisão chinesa, o investimento chinês está apenas no início.
“O Flamengo, que é meu time do coração, não tem a estrutura que o Tianjin tem. E eles ainda querem mais. Dá para ver que a coisa está só começando. Futebol, além de entretenimento, é negócio. Tudo acontece na China atualmente. É um país que está levando profissionais para desenvolver o esporte lá”, contou o técnico após treinamento da equipe em Atibaia – nem mesmo trabalhando na China o ex-técnico da seleção brasileira abriu mão de sua concentração favorita, no…
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