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Luxemburgo: ‘China não é barco furado, é transatlântico’

Treinador do Tianjin Quanjian, equipe da segunda divisão, acredita que o projeto do futebol chinês deva atrair ainda mais brasileiros nos próximos anos

Por Da Redação3 min de leitura
Vanderlei Luxemburgo, técnico do Tianjin Quanjian da China, concede coletiva no Hotel Bourbon, em Atibaia (SP), na manhã desta quinta-feira (7). O time está na cidade fazendo pré-temporada
Vanderlei Luxemburgo, técnico do Tianjin Quanjian da China, concede coletiva no Hotel Bourbon, em Atibaia (SP), na manhã desta quinta-feira (7). O time está na cidade fazendo pré-temporada

O mercado do futebol brasileiro está assustado com o assédio dos clubes chineses, que já levaram para o país os jogadores Renato Augusto e Jadson, do Corinthians, Luis Fabiano, do São Paulo, e o técnico Mano Menezes, do Cruzeiro, entre outros. Mas para o treinador Vanderlei Luxemburgo, que no fim do ano passado fechou com o Tianjin Quanjian, equipe da segunda divisão chinesa, o investimento chinês está apenas no início.

“O Flamengo, que é meu time do coração, não tem a estrutura que o Tianjin tem. E eles ainda querem mais. Dá para ver que a coisa está só começando. Futebol, além de entretenimento, é negócio. Tudo acontece na China atualmente. É um país que está levando profissionais para desenvolver o esporte lá”, contou o técnico após treinamento da equipe em Atibaia – nem mesmo trabalhando na China o ex-técnico da seleção brasileira abriu mão de sua concentração favorita, no…

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